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Cake torna-se parceira do Gotland Ring, complexo de pistas mais sustentável do planeta

Valores compartilhados, como performance, inovação e sustentabilidade foram decisivos à formação da parceria

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A elétrica Cake Kalk concilia estética, desempenho e sustentabilidade, que juntos sustentam a proposta da startup de reinventar o conceito de pilotagem sobre duas rodas – Foto: Divulgação Cake

A eletrificação confere oportunidade para repensar a ciclística das motos. Há liberdade para localização do motor, desenho do quadro e novos componentes. A Cake explorou tal abertura numa moto: a Kalk. Definida como uma fusão entre bicicleta downhill e moto cross. E como tal, as pistas foram e são habitat do modelo. Agora expandido pela parceria entre Cake e o complexo de pistas Gotland Ring, pioneiro no enfoque sustentável no ramo.

Criada pelo empreendedor Alec Havrén, o complexo localiza-se na ilha Gotland, no meio do mar Báltico, Suécia. É referência como o primeiro empreendimento sustentável do gênero. Medidas como energia produzida a partir de painéis solares, vento e a infraestrutura pensada para reduzir impactos ambientais ilustram a sustentabilidade entre os pilares da operação.

“Cake é a parceira perfeita para unir forças rumo à mudança de paradigma da mobilidade. Por meio de iniciativas como esporte, podemos estimular nosso objetivo comum de sustentabilidade. Gotland é bastante ativo na questão de eletrificação e infraestrutura inteligente. Como parte desta jornada, o esporte a motor elétrico é um dos muitos caminhos nesse sentido. Estamos ansiosos para trabalhar com Cake em muitas áreas sinérgicas”, detalhou Havrén.

Além de repensar conceitos ciclísticos com a Kalk, a atenção à experiência de pilotagem se estendeu às pistas. A Cake definiu padrões de traçado propícios ao aproveitamento da leveza, agilidade e disponibilidade de torque da Kalk. O conceito norteou, por exemplo, o percurso do recente Elektra Future, corrida estilo motocross com modelos Kalk realizada em Saint-Tropez (França).

As corridas estão na essência da Cake. Antes de fundar a startup, por Stephan Ytterborn criou e comandou por anos a POC, fabricante de equipamentos e acessórios para mountain bike e esportes de ação. Cultura e visão incorporados à Cake.

“Desde que construímos a primeira pista de testes, em 2017, as corridas eram alvo do ecossistema Cake. Ademais, Alec trabalha arduamente para estabelecer Gotland como um hub global de sustentabilidade. Então, quando Alec disse que deveríamos colaborar, sabia que precisávamos alinhar nossas ambições. E agora é a hora”, destacou Stephan Ytterborn, CEO da Cake.

A Cake já utiliza Gotland Ring como local de testes. Entretanto, não divulgou ações específicas para a parceria nem cronograma para colocá-las em prática.

Análise Zev.News

As corridas são importantes na estratégia de negócio da Cake. Primeiro, para aumentar o alcance da marca, e destacar de modo prático os atributos dos produtos. Segundo, como mercado: corridas podem se tornar fatia lucrativa para a startup.

Para completar, ainda há diferencial: mais do que uma categoria monomarca, por suas características, as corridas com as Kalk têm potencial para se tornar nova modalidade. As especificações de pista definidas pela Cake a fim de aproveitar as particularidades da Kalk, e utilizadas em boa medida no Elektra Future, seguidas pela intenção declarada de buscar homologação do formato junto à FIM, conferem substância à hipótese.

Ademais, a parceria firmada com Gotland Ring permite realizar eventos motorizados totalmente sustentáveis. Desde as motos à infraestrutura. Aspectos que se concretizados, serão novos marcos na trajetória premiada da startup.

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