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Aberto a startups de energia do mundo todo, Free Electrons premiará vencedora com US$ 200 mil

Free Electrons chega à 5ª edição, destacando-se por estimular negócios, inovação e investir mais de US$ 100 milhões em startups do setor de energia

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Eliminar o range anxiety: missão da Chargetrip, a startup holandesa participante do Free Electrons calcula as melhores rotas em tempo real a partir de tráfego, dados do veículo e carregadores disponíveis – Foto: Divulgação Chargetrip

É ponto pacífico: energia, em todo o seu espectro, é a principal transformação em curso na indústria. E estimular startups da área é objetivo do programa Free Electrons. As inscrições para a 5ª edição começaram em 4 de janeiro, e encerram-se em 29 de março deste ano. Aberto às startups do mundo inteiro, o Free Electrons é realizado por um grupo internacional de concessionárias de energia. Entre as quais a portuguesa EDP, presente no Brasil.

Um dos destaques do Free Electrons é contemplar startups de mobilidade. Mas a abrangência do programa vai além: energia limpa, gestão e eficiência energética, soluções para o cliente, redes inteligentes e comunidades energéticas, armazenamento de energia, acesso à energia, resiliência do cliente e dos serviços públicos, gestão de instalações e bens, soluções de arrefecimento e conectividade.

O amplo espectro do Free Electrons tem capacidade para impactar positivamente todo o ecossistema de startups de mobilidade elétrica. Direta e indiretamente. Além das startups de mobilidade propriamente, o programa incentiva as demais, igualmente necessárias ao desenvolvimento do ecossistema.

O que Free Electrons procura?

A 5ª edição do Free Electrons será realizado ao longo de 8 meses (o encerramento ocorrerá em 11 de novembro). Após a inscrição, as startups selecionadas serão informadas da escolha quatro semanas antes do primeiro Bootcamp. E a dinâmica do programa dependerá dos desdobramentos da pandemia: presencial ou online. Caso sejam possíveis eventos presenciais, os finalistas passarão por módulos de aceleração em:

Dubai, Emirados Árabes - Bootcamp (10 - 13 maio), Melbourne, na Austrália (21 - 24 junho), Lisboa, em Portugal (28 - 29 julho), Hong Kong, na China (22 - 23 setembro), e a final em Dublin, na Irlanda (9 - 11 novembro).

Os critérios para seleção das startups reproduzem aspectos de viabilidade no mundo real. Consideram qualidade e experiências complementares do time, inovação de produto ou solução, tamanho do mercado e modelo de negócio.

Prova da efetividade do programa é que, além da vencedora Vyntelligence, EDP trabalha com mais seis startups participantes da edição passada: NET2GRID, Chargetrip, EnergyX, FlexiDAO, Soraytec e Tesselo. As startups atraíram interesse de empresas do grupo EDP, e já desenvolvem projetos-piloto. Ademais, três (Tesselo, Vyntelligence e Net2Grid) receberam investimentos da EDP Ventures.

Desde o início, o Free Electrons atraiu mais de 2.700 inscrições ao longo das edições, das quais 130 startups de 17 países foram selecionadas. E o total investido superou os US$ 100 milhões. A vencedora do Free Electrons 2021 receberá o prêmio de US$ 200 mil.

Além de EDP, o consórcio promotor do Free Electrons é formado por Ausnet Services (Austrália), DEWA (Dubai), ESB (Irlanda), E-ON (Alemanha), Origin Energy (Austrália), SP Group (Singapura), TEPCO (Japão), American Electric Power (EUA) e CLP (Hong Kong). E conta com apoio da consultoria de inovação portuguesa Beta-i.

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