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Com fusão bilionária próxima, Faraday Future prepara fábrica e início de produção até meio de 2022

Conclusão da fusão com Property Solutions é prevista para julho, e startup divulga Ware Malcomb como responsável pela reestruturação necessária à fábrica para iniciar produção

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Antiga fábrica da Pirelli, planta da Faraday Future na cidade de Hanford, Califórnia, deverá estar operacional até julho de 2022 – Imagem: Divulgação Faraday Future

O ecossistema das startups de carros elétricos está repleto de propostas revolucionárias. Mas além de construir protótipos funcionais, há fator determinante para viabilizar conceito como negócio: fabricação.

Desenvolver carros elétricos é enorme desafio tecnológico. Estabelecer e escalar fabricação dos futuros veículos esforço colossal. Envolve engenharia de produção, gerenciar (enormes) custos e coordenar complexas cadeias de fornecedores. Por isso, uma das ameaças à viabilidade da Lordstown Motors.

E justamente em meio ao recente mal-estar provocado pelo possível fracasso da Lordstown Motors, Faraday Future reafirmou o plano para iniciar a fabricação do FF91 em até 12 meses após concluída a fusão com a SPAC Property Solutions.

A conclusão da fusão com a SPAC está prevista para as próximas semanas. Transação avaliada em US$ 3.4 bilhões. E com este marco no horizonte, Faraday Future divulgou a empresa de arquitetura e engenharia Ware Malcomb como responsável por reestruturar a para a fábrica localizada em Hanford, Califórnia, para produção. Uma vez operacional, a planta terá alegada capacidade anual de produzir 10 mil veículos.

Faraday Future ainda tem acordos para produzir veículos na Coreia do Sul, numa parceria com Myoung Shin utilizando uma antiga fábrica da General Motors, e na China, em parceria com Geely.

Curiosamente, ao mesmo tempo em que a fusão injeta os milhões necessários ao avanço do empreendimento, abrirá as contas da startup – empresas listadas em bolsa têm dados financeiros públicos. Tornado menos turva a viabilidade (ou não) da Faraday Future, e a sujeitando e eventuais turbulências semelhantes as que atingiram Lordstown e Nikola Motors.

Apesar do passado bastante problemático, Faraday Future afirma-se consistente. Até relega o título startup. Define-se como empreendimento em estágio final, destacando os mais de US$ 2 bilhões gastos ao longo dos anos e as dezenas de protótipos do revolucionário FF91 já construídos.

Ainda assim, apesar do posicionamento da Faraday Future, estágio e realizações até o momento a enquadram adequadamente ao termo startup no contexto da mobilidade elétrica

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