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Wey Coffee 01 chega à Europa para disputar clientes de SUVs premium com montadoras tradicionais

SUV híbrido da montadora chinesa pertencente ao grupo Great Wall Motors aposta na tecnologia para conquistar clientes

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Wey Coffee 01 chega à Europa para brigar com modelos premium e aposta na tecnologia embarcada para conquistar consumidores – Foto: Divulgação IAA

O IAA Mobility ocorreu entre 7 e 12 de setembro em Munique, Alemanha. As principais montadoras participaram do salão focado na mobilidade rumo à neutralidade de emissões. E Zev.News decidiu selecionar alguns veículos fora do lugar-comum que podem impactar o mercado internacional nos próximos anos. Começamos pela chinesa Wey.

Além da China, a marca Wey ainda é desconhecida para a maioria. Fundada em 2016, carrega o nome do fundador, Wei Jianjun, e surgiu com missão de conquistar o segmento de SUVs de luxo.

Desde a fundação Wey afirma ter vendido mais de 400 mil veículos. Volume decorrente sobretudo de dois aspectos: a maioria dos modelos (ainda) é a combustão. E Wey integra as marcas do grupo Great Wall Motors.

Great Wall Motors (GWM) é o maior fabricante privado de veículos da China. Status representativo considerando tratar-se do maior mercado mundial de veículos. O grupo tem planos para expansão internacional que incluem o Brasil – comprou a fábrica da Mercedes em Iracemópolis (SP).

Musculatura e ímpeto expansionista da Great Wall impulsionaram Wey à Europa.

Wey Coffee & Mocca

No visual e nomenclatura o Wey Coffee 01 (café) guarda profundas semelhanças com o Mocca (mistura de café e cacau) vendido na China. No país de origem o SUV está disponível apenas na versão a combustão – a única linha híbrida da Wey é a VV7.

O Mocca é na origem repleto de siglas e predicados ressaltando capacidades tecnológicas em termos de conectividade e assistência de direção. Na versão europeia um dado chama a atenção: autonomia para rodar 150 km no modo elétrico.

Porte e tecnologia são apostas do Coffee 01 para brigar com modelos Audi, BMW e Mercedes na Europa. Porém, além da necessidade de comprovar paridade (ou superioridade) tecnológica, há o desafio de convencer consumidores das qualidades dos produtos e vencer a força das marcas tradicionais “em casa”.

As primeiras incursões de montadoras chinesas no continente europeu não foram tão frutíferas num passado recente. Críticas da imprensa aos modelos e resultados desfavoráveis em testes pesaram negativamente. O momento agora é outro, todavia, o desafio de percepção ainda é grande.

Wey não divulgou oficialmente preços – outra suposta vantagem competitiva –, estratégia de vendas ou cronograma para entrada nos mercados da Europa.

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